10 de abril de 2011

Mentira


A mentira é como uma corrente cheia de elos soltos.
Quem a conta, tem que ir soldando elos,
Contando mais mentiras, remendando a sua vida,
Para dar força a primeira mentira
E quando uma delas se quebra,
A corrente se desfaz, e o que resta é a vergonha.
Por isso, quanto maior for a explicação,
Maior a possibilidade de existir uma mentira.
E a mentira cria raízes.
Vai se enrolando na pessoa que mente,
Criando uma falsa idéia de facilidade,
ou seja, uma “mentirinha” aqui não faz mal,
Essa outra mentira ali, é para ajudar a pessoa,
Esta, é para não perder isso,
E aquela outra, é porque a pessoa
não vai suportar a verdade!
Ampliamos as desculpas para mentir.
E nos enrolamos nas suas raízes.
E já não sabemos o que é verdade e o que é mentira.
E um dia, quando menos se espera,
escorregamos na verdade,
E caímos na humilhação de sermos declarados falsos,
Perdemos amigos, magoamos parentes, destruímos relações…
E o pior, fazemos mal a nós mesmos.
O que era boa intenção, virou pesadelo,
E o que era uma forma de aliviar, virou dor profunda.
Corte essa raiz antes que ela se firme.
Antes que ela se estabeleça no seu canteiro,
e de simples planta no terreno.
passe á ser a dona do jardim da sua vida,
Matando as belas flores que existem em você.

Autor: Paulo Roberto Gaefke
www.meuanjo.com.br



3 comentários:

Regina disse...

É, devemos viver na Verdade e pela Verdade como nos ensinou nosso amado Jesus! Tenha uma ótima semana minha amiga blogueira! Deus te abençoe. Bjss

Cata disse...

Olá suely,
com certeza devemos preferir a verdade, mesmo aquela que machuca, à mentira. Devemos também nos lembrarmos de que nem sempre é necessário falar - podemos, às vezes, simplesmente usar o silêncio.
Um grande abraço.

menina limão disse...

Oi querida, passei para lhe desejar uma boa semana.
Venho também, convida-la a conferir o novo vídeo da menina limão que postarei essa semana,
obrigada.
Fica com Deus,
beijos